Ciao Ragazzi!!!
Aqui estou, vivendo a vida em Firenze!!!
É uma mistura muito grande de sensações, emoções, perfumes, cores...
Novas descobertas como um pequeno lugar onde mosaicos são feitos da mesma forma desde a época dos "Medici".
Eu não sei nem por onde começar, são tantas coisas pra serem vistas e descobertas pelas ruas e dentro de mim...
Sinto falta dos amigos, tento identifica-os pelas ruas, sinto curiosidade, quero falar com as pessoas, descobrir mais sobre elas, sobre os prédios, sobre a história, sobra a comida.
Sento-me numa ponte antes do Ponte Vecchio e aprecio o por-do-sol. uma mistura tão perfeita de azul, laranja e rosa que me faz entender porque estou aqui, tento agradecer e compreender a grandeza que é pela primeira vez estar fazendo algo planejado por mim.
Depois volto a caminhar pelas belezas da cidade, pelo tráfego cheio de motonetas, minhas dúvidas e meus "e se(s)" voltam a me assombrar e assim segue a vida por aqui...
Oscilo entre o deslumbramento de passar obrigatoriamente pela Galeria Uffizzi todos os dias para ir à escola e o frio na barriga de não saber como serão os próximos dias.
Cozinho minha pasta, faço meu café, aliás, que café!!! É perfeito! O gosto é um pouco adocicado, é forte, incorpado, fantástico.
Sigo experimentando!
baci baci
sexta-feira, 28 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Paris-Oslo
A jornada coemçou com a saída de Jundiaí rumo a Paris... para tanto fui até Guarulhos em Sampa, parei no Rio, e 12 horas depois... Voilá! Desci no Charles de Gaulle!
Como já era esperado, aquele lugar é confuso e imenso.
Pedi informações, descobri que chegar em Baeuvais, de onde iria para Oslo não era assim tão simples.
Tinha que rolar um trem, depois outro, depois um taxi... Tudo isso com 2 malas de 15 Kg cada uma... Cumpri todas as minhas tarefas sem desespero, mesmo quando o povo francês não falava bem o inglês, não vou mentir que foi tudo de primeira, me perdi um pouco, demorei mas consegui.
Devo deixar aqui registro da gentileza do povo pariense que muitas vezes se ofereceu para ajudar a carregar as malas.
Após uma noite em Beauvais segui para Oslo, onde estou agora!
Cheguei ontem, fizemos um passeio delícia por Frederikstad (acho que é assim que escreve), comemos um hamburguer de salmão, demos uma volta por Oslo, uma lasagna fantástica e o melhor, comecei a matar as saudades dos meus amados amigos!!!
Como já era esperado, aquele lugar é confuso e imenso.
Pedi informações, descobri que chegar em Baeuvais, de onde iria para Oslo não era assim tão simples.
Tinha que rolar um trem, depois outro, depois um taxi... Tudo isso com 2 malas de 15 Kg cada uma... Cumpri todas as minhas tarefas sem desespero, mesmo quando o povo francês não falava bem o inglês, não vou mentir que foi tudo de primeira, me perdi um pouco, demorei mas consegui.
Devo deixar aqui registro da gentileza do povo pariense que muitas vezes se ofereceu para ajudar a carregar as malas.
Após uma noite em Beauvais segui para Oslo, onde estou agora!
Cheguei ontem, fizemos um passeio delícia por Frederikstad (acho que é assim que escreve), comemos um hamburguer de salmão, demos uma volta por Oslo, uma lasagna fantástica e o melhor, comecei a matar as saudades dos meus amados amigos!!!
O começo de tudo...
Aqui vou contar histórias de uma aventura, de um sonho... que começa com coragem de dizer tchau, de deixar pessoas muito amadas por um tempo e ter como companhia as malas e um cavatappi (sacarrolhas em italiano).
Com certeza, dizer tchau, abrir mão do dia-dia da família e dos amigos é o mais difícil... mas quando se trata de um sonho, não dá pra deixar passar e esperar a frustação do "eu devia ter ido, eu devia ter feito, eu queria tanto..." o negócio é enfrentar os medos, tentar vencer os apegos e descobrir o que nos espera do outro lado do mundão e, principalmente, o que nos espera quando nós mesmos somos nossa melhor companhia, quando somos nosso próprio porto seguro.
É mais ou menos um "Alice no país das maravilhas", algo como cair num buraco dentro de você mesmo... ou sei lá, talvez logo mais eu poste algo dizendo que descobri que não era disso... mas a princípio a idéia é essa.
Com certeza, dizer tchau, abrir mão do dia-dia da família e dos amigos é o mais difícil... mas quando se trata de um sonho, não dá pra deixar passar e esperar a frustação do "eu devia ter ido, eu devia ter feito, eu queria tanto..." o negócio é enfrentar os medos, tentar vencer os apegos e descobrir o que nos espera do outro lado do mundão e, principalmente, o que nos espera quando nós mesmos somos nossa melhor companhia, quando somos nosso próprio porto seguro.
É mais ou menos um "Alice no país das maravilhas", algo como cair num buraco dentro de você mesmo... ou sei lá, talvez logo mais eu poste algo dizendo que descobri que não era disso... mas a princípio a idéia é essa.
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